
"Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do “tá bem, tudo bem”, tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas.
Já ninguém se apaixona?"
Em Elogio ao Amor, Miguel E. Cardosos
Quando um companheiro é incapaz (não consegue ou não quer) de tornar o impossível (desde que benéfico) em possível, o irreal (desde que saudável) em real, então, mais vale só que mal acompanhada!
Adorei o campo de papoilas!
ResponderEliminarA crise económica é o reflexo da crise de valores. A sociedade do consumo, da sobrevalorização dos valores materiais e da segurança que estes trazem (mesmo que falsa) também está entranhada nas relações humanas.
Estamos no ponto de viragem...
A seu tempo, as mentalidades mudar-se-ão!
beijinhos
Olá, Lucília!
ResponderEliminarSê muito bem-vinda a este “Cantinho” … é uma honra ter-te por cá!
Também, gostei muito da imagem… faz-me lembrar a liberdade, a nossa e a das papoilas, que estão onde devem estar, na terra e não cortadas… quanto muito num vaso com terra e “quase nunca” em ramos ou jarras.
Tens toda a razão, a mais grave de todas as crises é a de valores morais… não há FMI que resolva.
Na minha modesta opinião, os nossos valores começam a ser construídos, no mínimo, três gerações antes da nossa!
Beijinhos.