
Gravidade
Algo sempre me leva de volta a ti. Não demores muito.
Não importa o que eu diga ou faça, ainda te sinto aqui, até o momento que vou embora.
Prendes-me sem me tocar. Aprisionas-me sem correntes
Eu nunca quis tanto algo, quanto mergulhar em teu amor e não sentir a tempestade.
Liberta-me, deixa-me seguir
Não quero cair outra vez no teu jogo
Aqui estou, e fico tão confiante, exactamente como deveria estar
Mas conheces-me, e estás em mim
Amaste-me porque sou frágil, quando pensei que estivesse forte.
Mas tocas-me por um momento, e toda a minha frágil força vai embora.
Liberta-me, deixa-me seguir
Não quero cair outra vez no teu jogo
Aqui estou, e fico tão confiante, exactamente como deveria estar
Mas conheces-me, e estás em mim
Eu agora vivo destruída tentando-te fazer ver que és
Tudo que eu penso precisar aqui no chão.
Mas tu não és inimigo e nem amigo, embora eu não te consiga deixar ir.
E a única coisa que ainda sei é que me deixas arrasada.
Conheces-me, conheces-me, e estás em mim
Algo sempre me leva de volta a ti...Não demores muito.
“Gravity” de Sara Bareilles
Não diria melhor, infelizmente!!!!
ResponderEliminarMas, vais “resolver” bem, muito bem, de forma exemplar e certeira!!!
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