Edstava a dar um passeiozito por dentro de mim quando me lembrei de Einstein: "Põe a tua mão no forno durante um minuto e parece uma hora. Senta-te com uma mulher bonita uma hora e parece um minuto. Isso é a relatividade". ...sentado com a Palmira um dia parecerá cinco minutos, digo eu.
Se já esteve sentado comigo alguma vez, saberá se foi “relativo” ou não. Caso contrário, não estamos a falar de relatividade mas de especulação. Às vezes, 5 minutos comigo parece uma eternidade … veja lá que nem eu me aguento :/
Sim, sim, Palmira. Descobrir, livremente, a nossa voz interior e aa fórmula de nos realizarmos é dar um voto de confiança à vida e a nós próprios, por que o futuro nunca foi escrito. Só existe o destino que nós construirmos, tentando estabelecer um equilibrio dinâmico entre a nossa vida interior e a vida exterior. Nenhum de nós é inteiriço, feito de uma só cara, antes quebrar que torcer. Todas as pessoas têm atitudes diversas dentro de si e algumas contraditórias. É por isso, também, que não basta estar na vida, é preciso, é bom viv^-la, e em vez de lutarmos contra a vida, devemos aclhê-la e valorizar o aqui e o agora. Peço d3esculpa por este diálogo comigo.
Vossa Escelência decida. Pode tratar-me como muito bem entender. Não dou relevância à forma, assim como me é indiferente o nome das pessoas. São elas, as prssoas, que interessam, mesmo quando não têm nome. Estou a ficar blá-blá! Romeiro
"Gosto de saber com quem trato por "tu"..." Ora essa, Palmira, tratas por "tu" a minha pessoa. Agora vou-me deslocar até uma cidade que tu adoras: Braga. É que no inferno também há amigos. Durante a viagem, curta, ouvirei José Afonso e J. Brel. Fica bem e muito feliz. Já utilizo o "tu"
Já estou vacinado contra tudo e contra todos e como no inferno também Há coisa bonitas... Vais esplanar por onde? Oliveira?! Até ao meu regresso se os bracarinos não me executarem. Romeiro
Essa da música é minha, só minha. Não passo dia que não a oiça, preciso dela como de ar ou familia e amigos. Corre-me nas veias. Boa Oliveira ou Santiago, com música e afins.
Vitoriano claro. Mas sou o PvsKas e não Di. A música dos Corvos, na Sexta-Feira, na Oliveira foi simplesmente...genial! Melhor mesmo, só ums folhadinhos no Cheers da Santiago.
Edstava a dar um passeiozito por dentro de mim quando me lembrei de Einstein: "Põe a tua mão no forno durante um minuto e parece uma hora. Senta-te com uma mulher bonita uma hora e parece um minuto. Isso é a relatividade".
ResponderEliminar...sentado com a Palmira um dia parecerá cinco minutos, digo eu.
Romeiro
Boa tarde, Romeiro!
ResponderEliminarSe já esteve sentado comigo alguma vez, saberá se foi “relativo” ou não.
Caso contrário, não estamos a falar de relatividade mas de especulação.
Às vezes, 5 minutos comigo parece uma eternidade … veja lá que nem eu me aguento :/
Mas, continue a passear por dentro de si …
Nesta meu passeio suave e aprazível, ouvi, outra vez, o Einstein soletrar: " Se podes imaginar, também podes conseguir".
ResponderEliminarQue bonito!
Romeiro
Anda a ouvir muito Einstein.
ResponderEliminarO reino da imaginação é muito bonito, mas o real é bem mais agradável!
Só podes conseguir se executares (made in Palmira ou by Palmira, como desejar).
A música é o único remédio para a alma.
ResponderEliminarAi Romeiro, agora confundiu-me … isso da música tem que se lhe diga …
ResponderEliminarSim, sim, Palmira. Descobrir, livremente, a nossa voz interior e aa fórmula de nos realizarmos é dar um voto de confiança à vida e a nós próprios, por que o futuro nunca foi escrito. Só existe o destino que nós construirmos, tentando estabelecer um equilibrio dinâmico entre a nossa vida interior e a vida exterior. Nenhum de nós é inteiriço, feito de uma só cara, antes quebrar que torcer. Todas as pessoas têm atitudes diversas dentro de si e algumas contraditórias. É por isso, também, que não basta estar na vida, é preciso, é bom viv^-la, e em vez de lutarmos contra a vida, devemos aclhê-la e valorizar o aqui e o agora.
ResponderEliminarPeço d3esculpa por este diálogo comigo.
Romeiro
Tens toda a razão …. e não te peças desculpa!
ResponderEliminarÀs vezes, não queria ser do tipo “antes quebrar que torcer”, nem “antes morrer de pé que passar a vida de joelhos” … era bem mais fácil!
Ups, tratei-te por tu …
ResponderEliminarEu não sou o anónimo.
ResponderEliminarRomeiro
Essa parte, já entendi … embora o "Romeiro" continue no anonimato!
ResponderEliminarUps, estou de cordo: a partir de agora seremos TU!
ResponderEliminarRomeiro
Seremos eu?!
ResponderEliminarEuzinha … tadinha de mim!
Estou a brincar.
Mas, como não trato os desconhecidos por ”tu”, não sei como vamos resolver isto …
Sugestões?!
Vossa Escelência decida. Pode tratar-me como muito bem entender. Não dou relevância à forma, assim como me é indiferente o nome das pessoas. São elas, as prssoas, que interessam, mesmo quando não têm nome.
ResponderEliminarEstou a ficar blá-blá!
Romeiro
Isto está bonito, está …
ResponderEliminarBem, como nunca gostei de formalismos, por mim, ficamo-nos pelo informal … pelo “tu”.
Se bem que, gosto de saber com quem trato por “tu” …
"Gosto de saber com quem trato por "tu"..."
ResponderEliminarOra essa, Palmira, tratas por "tu" a minha pessoa.
Agora vou-me deslocar até uma cidade que tu adoras: Braga. É que no inferno também há amigos. Durante a viagem, curta, ouvirei José Afonso e J. Brel.
Fica bem e muito feliz. Já utilizo o "tu"
Romeiro
Tadinho … vacina-te … e leva o passaporte.
ResponderEliminarJá agora, isso não é uma cidade … é uma coisa.
Boa viagem de regresso ao Berço!
Fico a esplanar por cá.
Errata: Onde se lê: “gosto de saber com quem trato por “tu””, deve ler-se: “gosto de saber quem trato por “tu”" ;)
Já estou vacinado contra tudo e contra todos e como no inferno também Há coisa bonitas...
ResponderEliminarVais esplanar por onde? Oliveira?!
Até ao meu regresso se os bracarinos não me executarem.
Romeiro
Temos muitas e belas esplanadas no Berço!
ResponderEliminarVai pela sombra!
Essa da música é minha, só minha.
ResponderEliminarNão passo dia que não a oiça, preciso dela como de ar ou familia e amigos.
Corre-me nas veias.
Boa Oliveira ou Santiago, com música e afins.
PvsKas
Ó Di, és tu?
ResponderEliminarEssa da música, da Oliveira e da Santiago …
Por outro lado, já vi essa assinatura em comentários vitorianos …
Vitoriano claro. Mas sou o PvsKas e não Di.
ResponderEliminarA música dos Corvos, na Sexta-Feira, na Oliveira foi simplesmente...genial!
Melhor mesmo, só ums folhadinhos no Cheers da Santiago.
PvsKas
Desculpa a confusão!
ResponderEliminarSê muito bem-vindo a este “Cantinho”, também ele Vitoriano!
Olá, anónimo “Anónimo”!
ResponderEliminarIrra, assim ainda é mais estranho … não queres assinar os comentários, nem que seja com um pseudónimo?
Voltando ao teu comentário anterior … sim, a música é uma das nossas melhores amigas, pelo menos, para mim!