quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Amargo doce


As palavras ditas no momento
Perderam-se no vento
As promessas feitas no ar
Foram levadas pelo mar
Ficou no meu chão
A decepção de o redescobrir

Não me esqueci, nem fugi
Não me escondi, nem me ofereci

É verdade que caí
Não é mentira que sofri

Ao cair, renasci
Enquanto sofria, reparei num novo brilho,
Vindo de um outro olhar

Um olhar genuíno, verdadeiro, autêntico,
Forte, meigo, maroto, lindo,
Com canção e melodia,
Segurança e timidez,
Com o sorriso das estrelas e do mar
Que transporta o brilho do sol e da lua
Um olhar que clama o meu olhar ... o NOSSO olhar!

2 comentários:

  1. A poetisa Parlmira está de parabéns!
    Saber viver é um dom e, ás vezes, descobrimos pormenores aliciantes e tentamos ver o invisível!

    Anónimo 1

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  2. Olá!

    De poetisa só tenho a capacidade de sonhar, isso ninguém me tira.

    São os pormenores que fazem uma enorme diferença ... a diferença!

    Beijinhos.

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