
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Nelson de Prata!
A “Voz do Berço” escreveu: “Afinal, são só uns metros por quem fez tantos quilómetros”.
A “Voz do Berço” estava a referir-se à deplorável atitude dos jogadores, nem tão pouco agradeceram a presença e apoio de tantos adeptos Vitorianos.
Na minha opinião, é um resumo perfeito deste “novo” Vitória.
Um Vitória que deixa muito a desejar em campo e “ Espírito”.
E não me refiro somente aos jogadores, alguns deles, acabaram de chegar, não seria possível interiorizar, em tão pouco tempo, a filosofia, a religião, o amor ao/do Vitória. Tem que se sentir para o ser!
Esse “ Espírito Vitoriano”, apenas, continua a ser mantido pelos Verdadeiros Vitorianos, por alguns adeptos.
Fico triste por ver que o meu Vitória, se está a tornar num clube como os outros, numa empresa monetária, gerida com ganância, ambição e mesquinhez.
Pode ser que quem colocou esta direcção no activo, abra os olhinhos, em Março.
Mesmo assim, continuo a dizer:" Aconteça o que acontecer, SOU VITÓRIA ATÉ (depois de) MORRER!"
A “Voz do Berço” estava a referir-se à deplorável atitude dos jogadores, nem tão pouco agradeceram a presença e apoio de tantos adeptos Vitorianos.
Na minha opinião, é um resumo perfeito deste “novo” Vitória.
Um Vitória que deixa muito a desejar em campo e “ Espírito”.
E não me refiro somente aos jogadores, alguns deles, acabaram de chegar, não seria possível interiorizar, em tão pouco tempo, a filosofia, a religião, o amor ao/do Vitória. Tem que se sentir para o ser!
Esse “ Espírito Vitoriano”, apenas, continua a ser mantido pelos Verdadeiros Vitorianos, por alguns adeptos.
Fico triste por ver que o meu Vitória, se está a tornar num clube como os outros, numa empresa monetária, gerida com ganância, ambição e mesquinhez.
Pode ser que quem colocou esta direcção no activo, abra os olhinhos, em Março.
Mesmo assim, continuo a dizer:" Aconteça o que acontecer, SOU VITÓRIA ATÉ (depois de) MORRER!"
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Desporto
Volta a Portugal:
Nuno Ribeiro conquistou a 71ª Volta a Portugal, ao conseguir terminar o contra-relógio com o tempo de 39:54:50 e traz para mãos lusas a vitória da prova, seis anos depois.
Futebol:
E a "isto" se resume a primeira jornada: a liga do empata!
Leixões 0 - 0 Belenenses
Nacional 1 - 1 Sporting
Sp. Braga 1 - 0 Académica
Naval 0 - 0 Olhanense
U. Leiria 1 - 1 Rio Ave
Paços Ferreira 1 - 1 FC Porto
Benfica 1 - 1 Marítimo
V. Setúbal 0-0 Vitória de Guimarães (nem comento - que NERVOS!!!)
Nuno Ribeiro conquistou a 71ª Volta a Portugal, ao conseguir terminar o contra-relógio com o tempo de 39:54:50 e traz para mãos lusas a vitória da prova, seis anos depois.
Futebol:
E a "isto" se resume a primeira jornada: a liga do empata!
Leixões 0 - 0 Belenenses
Nacional 1 - 1 Sporting
Sp. Braga 1 - 0 Académica
Naval 0 - 0 Olhanense
U. Leiria 1 - 1 Rio Ave
Paços Ferreira 1 - 1 FC Porto
Benfica 1 - 1 Marítimo
V. Setúbal 0-0 Vitória de Guimarães (nem comento - que NERVOS!!!)
domingo, 16 de agosto de 2009
E se amanhã

Cada vez que te encontro tão perdida
Mais uma noite e luar que ganham vida
Nada mais importa do que este momento
Se estiveres tudo ganha mais alento
Olho o azul do mar
Saboreio esta brisa
Quero-te encontrar
Mas vejo-te indecisa
E se amanhã alguém disser
Que tu não vais estar aqui
Que terias a demonstrar
A quem nunca falou de ti
Já nada faz sentido
Tento ver a saída
Sinto-me tão perdido
Pego na saudade e tento voar
Espero um dia para dizer a verdade
Sinto a vida a espelhar tanta vontade
És a brisa que consola o meu lamento
Quero que reveles todo o teu talento
Olho o azul do céu
Saboreio o momento
Encaro a tua voz
Abraço o sentimento
"Sinal"
sábado, 15 de agosto de 2009
Adivinha o quanto gosto de ti
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Finalmente, uma quadra diferente!
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Amor Vitoriano
Assim como eu não me separo do meu cachecol, do cachecol do Rei (sim, tiro muitas fotografias com ele), o Carlos Teixeira leva as t-shirts do Vitória para todo o lado. Até nas Manifestações dos Professores estávamos "identificados", não é Carlos? Tu com o lenço e eu com a bolsa do telemóvel.
(A minha mala, em Agosto de 2008)
Portanto, da próxima vez que me gozarem por, em pleno Agosto, estar com o cachecol do Vitória colado ao meu pescoço ou ao pescoço de algum "monumento", lembrem-se deste "doudo" ;)
Aqui fica a "descoberta" do Professor de Ciências Físico-químicas que, também, sabe muito de História!
Agora a sério, deixo-vos as palavras, recebidas por mail, de alguém que, como eu, se entrega a causas, a amores, alguém que não se vende, que diz o que tem a dizer a quem de direito, não manda recados, que luta pelo que acredita e leva o nome do que é nosso a qualquer lado que vá.
As palavras de um dos poucos Verdadeiros (assim passou a ser intitulado o nosso "Grupo"), que tive o privilégio de "reencontrar" na Escola de S. Torcato.
É uma bela forma de falar do Amor ao Vitória!
"Na mais incrível descoberta arqueológica do século XXI, foram descobertas evidências claras sobre a origem do futebol.
Vestígios bem preservados, em Chichen Itzá, mostram claramente indícios do verdadeiro fundador do jogo da "bola".
Só mais tarde, os ingleses captaram a essência deste jogo e a roubaram, como é seu costume.
Também, em Portugal, se subverteram as regras deste jogo, nomeadamente colocando-lhe associadas camisolas de cor verde , azul e vermelhas.
Na realidade, em Guimarães, jogamos a mostrar todos os nosso atributos, que por serem exagerados, às vezes, disfarçamos sobre um pano branco.
Portanto, da próxima vez que me gozarem por, em pleno Agosto, estar com o cachecol do Vitória colado ao meu pescoço ou ao pescoço de algum "monumento", lembrem-se deste "doudo" ;)
Aqui fica a "descoberta" do Professor de Ciências Físico-químicas que, também, sabe muito de História!
Agora a sério, deixo-vos as palavras, recebidas por mail, de alguém que, como eu, se entrega a causas, a amores, alguém que não se vende, que diz o que tem a dizer a quem de direito, não manda recados, que luta pelo que acredita e leva o nome do que é nosso a qualquer lado que vá.
As palavras de um dos poucos Verdadeiros (assim passou a ser intitulado o nosso "Grupo"), que tive o privilégio de "reencontrar" na Escola de S. Torcato.
É uma bela forma de falar do Amor ao Vitória!
"Na mais incrível descoberta arqueológica do século XXI, foram descobertas evidências claras sobre a origem do futebol.
Vestígios bem preservados, em Chichen Itzá, mostram claramente indícios do verdadeiro fundador do jogo da "bola".
Só mais tarde, os ingleses captaram a essência deste jogo e a roubaram, como é seu costume.
Também, em Portugal, se subverteram as regras deste jogo, nomeadamente colocando-lhe associadas camisolas de cor verde , azul e vermelhas.
Na realidade, em Guimarães, jogamos a mostrar todos os nosso atributos, que por serem exagerados, às vezes, disfarçamos sobre um pano branco.
(Fotografadas pelo Carlos Teixeira, em Agosto de 2009)
Espero não ter de vos elucidar mais sobre temas como: Futebol, Património Mundial da Humanidade e Capital Europeia da Cultura.
Mesmo para marroquinos, que escrevem da direita para a esquerda, as fotos valem mil Alás."
Mesmo para marroquinos, que escrevem da direita para a esquerda, as fotos valem mil Alás."
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Morre lentamente quem não viaja

"Morre lentamente quem não viaja,
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem destrói o seu amor-próprio,
Quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
Repetindo todos os dias o mesmo trajecto,
Quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão,
Quem prefere O "preto no branco"
E os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
Justamente as que resgatam brilho nos olhos,
Sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
Quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
Quem não se permite,
Uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da Chuva incessante,
Desistindo de um projecto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
E não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
Recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o
Simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!"
Pablo Neruda
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem destrói o seu amor-próprio,
Quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
Repetindo todos os dias o mesmo trajecto,
Quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão,
Quem prefere O "preto no branco"
E os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
Justamente as que resgatam brilho nos olhos,
Sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
Quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
Quem não se permite,
Uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da Chuva incessante,
Desistindo de um projecto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
E não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
Recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o
Simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!"
Pablo Neruda
terça-feira, 11 de agosto de 2009
"A Flor" de Almada Negreiros

"Pede-se a uma criança: Desenhe uma flor!
Dá-se-lhe papel e lápis. A criança vai sentar-se no outro canto da sala onde não há mais ninguém. Passado algum tempo o papel está cheio de linhas. Umas numa direcção, outras noutras; umas mais carregadas, outras mais leves; umas mais fáceis, outras mais custosas. A criança quis tanta força em certas linhas que o papel quase não resistiu.
Outras eram tão delicadas que apenas o peso do lápis já era demais.
Depois a criança vem mostrar essas linhas às pessoas: Uma flor!
Contudo, a palavra flor andou por dentro da criança, da cabeça para o coração e do coração para a cabeça, à procura das linhas com que se faz uma flor, e a criança pôs no papel algumas dessas linhas, ou todas. Talvez as tivesse posto fora dos seus lugares, mas, são aquelas as linhas com que Deus faz uma flor!"
Outras eram tão delicadas que apenas o peso do lápis já era demais.
Depois a criança vem mostrar essas linhas às pessoas: Uma flor!
Contudo, a palavra flor andou por dentro da criança, da cabeça para o coração e do coração para a cabeça, à procura das linhas com que se faz uma flor, e a criança pôs no papel algumas dessas linhas, ou todas. Talvez as tivesse posto fora dos seus lugares, mas, são aquelas as linhas com que Deus faz uma flor!"
Almada Negreiros
Para mim, continua a ser uma das mais belas "definições" para tudo o que é bom.
domingo, 9 de agosto de 2009
sábado, 8 de agosto de 2009
Até sempre!
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
A Gaiola das Loucas

Já nem me lembrava do efeito que os Musicais, dirigidos pelo Senhor La Féria, têm em mim.
Quando sei que são dirigidos por ele, é meio caminho andado para comprar o bilhete.
Ainda para mais uma comédia. Esta veio mesmo a "calhar" e contém tudo aquilo que a torna merecedora desse nome, ou seja, a capacidade de nos fazer dar gargalhadas, acompanhadas de uma lição de vida.
Continuo a dizer que o mais divertido era o “Escrava”, não era, Paulinha?!
Mas, aqueles Mouros não conseguem imitar a “Pronuncia do Norte”, é que não conseguem mesmo… “caragoê”
Até a ministra da (des)educação e os “corninhos” do seu colega vieram a cena.
Ai, senti-me em casa… não, meus crominhos, não foi por se chamar “A Gaiola das Loucas”… sou louca, mas numa gaiola…nunca.
Aconselho-vos a que a vejam e, já agora, quando forem, também vou (outra vez).
Quando sei que são dirigidos por ele, é meio caminho andado para comprar o bilhete.
Ainda para mais uma comédia. Esta veio mesmo a "calhar" e contém tudo aquilo que a torna merecedora desse nome, ou seja, a capacidade de nos fazer dar gargalhadas, acompanhadas de uma lição de vida.
Continuo a dizer que o mais divertido era o “Escrava”, não era, Paulinha?!
Mas, aqueles Mouros não conseguem imitar a “Pronuncia do Norte”, é que não conseguem mesmo… “caragoê”
Até a ministra da (des)educação e os “corninhos” do seu colega vieram a cena.
Ai, senti-me em casa… não, meus crominhos, não foi por se chamar “A Gaiola das Loucas”… sou louca, mas numa gaiola…nunca.
Aconselho-vos a que a vejam e, já agora, quando forem, também vou (outra vez).
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Só por curiosidade
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Eu não!!!
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
domingo, 2 de agosto de 2009
10 anos!
02-08-1999
Depois de uma conversa em família, o meu irmão e eu, fomo-nos deitar (1h da manhã).
Vira para aqui, vira para ali, não havia meio de adormecer. Para melhorar, a asma resolveu atacar, é sempre muito oportuna, sai a mim.
Finalmente, adormeci, mas não por muito tempo.
Às 2 horas em ponto, ouve-se o telefone. Acordei, mas fiquei imóvel.
Foi a minha mãe que atendeu, nunca me perdoei por isso.
O meu pai foi logo ter com a minha mãe, não precisaram de dizer o que quer que fosse, aquele silêncio foi esclarecedor.
Ouvi os meus pais a soluçarem. A minha mãe quase nunca chora, aí fiquei com a certeza do que se estava a passar.
Levantei-me, sem acordar o meu irmão, fui-me aprontar, tudo de uma forma tão automática, que ainda hoje, não me lembro como o fiz.
Fui ter com os meus pais, perguntei-lhes se a tia Ró (irmã da minha mãe) já sabia, disseram que iam telefonar ao meu tio. Entretanto o meu pai, começou a dizer, que ia tudo ficar bem, que tinha sido melhor assim, …
E lá estava eu, branca (quer dizer, ainda mais branca), aparentemente calma e sem verter uma única lágrima (foi o meu erro, só voltaram passados 3 ou 4 anos).
O meu tio chegou, levou-me e à minha mãe, até casa da minha tia (que já sabia de tudo), depois voltou a minha casa para, juntamente com o meu pai, darem a notícia ao marido da minha tia Né, que estava a dormir em minha casa.
Entretanto, na casa da tia Ró, lá estávamos nós, a olharmos uns para os outros, à espera que a minha avó acordasse, para lhe dizermos.
A Inês, com apenas 10 meses, estava no meu colo, a estranhar o meu comportamento… olhava, olhava, olhava, fazia-me as brincadeiras que eu lhe costumava fazer … lá tentei um sorriso pálido e fomos ver os desenhos animados.
A minha mãe e a tia Ró já estavam a falar com a minha avó. A Rita (a minha prima, filha da tia Ró e mãe da Inês), a Inês e eu, lá fomos ter com elas. A minha avó sorriu-nos, o melhor que pôde, e disse que queria avisar aos amigos mais próximos, que a filha tinha morrido.
Aí, “caiu-me tudo”, que coragem!
Eu, a Rita e a Inês ficamos com a minha avó e com a lista de contactos. Malditos telefonemas, cada um era como uma facada, mesmo na ferida.
Os meus pais e os meus tios foram ter com os meus primos (filhos da tia Né), ao Porto.
Lá se passou o dia, cheguei a casa e o meu irmão disse:
“Manelinha, a tia está melhor?”.
Respondi-lhe com toda a raiva que tinha: “Está muito bem, está… pelo menos, agora não está a sofrer, não é… os mortos não melhoram, meu palerma!”
Coitadinho, nunca me passou pela cabeça, que ele não soubesse… sabia que ele não tinha acordado com o telefone (ao contrário de mim, dorme como uma pedra), mas, caramba, ninguém lhe disse? Ele não estranhou aquele movimento todo? Pois não, e ainda hoje é assim, se não lhe dissermos, letra por letra, ele tenta acreditar que está tudo bem.
No dia seguinte, fui ter com os meus primos, para os apoiar.
O caixão tinha que ser fechado, para ser chumbado.
Dos três filhos, só o Zarco quis ver a mãe no caixão. O Pedro e o Zé saíram por um bocadinho.
Lá fui, toda forte ao lado do Zarco, mas quando comecei a ver a minha tia, dava um passo para a frente e dois para trás (rica ajuda que eu fui).
Como se isto tudo não bastasse, ainda tínhamos o “desfile” de condolências.
Quem raio inventou isto, quer dizer, está uma pessoa a acabar de se recompor, e lá vem mais um cromo (que não se conhece de lado algum), dar os sentimentos, mais uma mãozada, mais dois beijinhos, … e eu a passar-me, a ver os meus primos, a minha avó, os meus pais, o meu irmão, os meus tios, a sofrerem e, ainda por cima, a terem que ser simpáticos com aquela gente toda, a maior parte, uns ilustres desconhecidos.
Pelo meio, eu e a Rita ainda trocamos uns olhares cúmplices e duas risadas, disfarçadas de tosse. Não é que apareceu lá um ex-namorado da minha tia Né? Ainda disse à Rita: olha o "tio", está pior que o viúvo. E mais, o meu primo Zé, conseguiu juntar três ex-namoradas e a actual, era ver qual delas chorava mais.
Pois é tia Né, até no seu funeral, juntou as ex-norinhas e o próprio do ex.
É o que dá ser umas das melhores pessoas que conheci, fez bem a toda a gente: família, amigos, alunos, funcionários, vizinhos e até a desconhecidos.
Por isso, teve tanta gente a quer vê-la, mais uma vez.
Ai tia, dez anos, dez longos, demorados, penosos, difíceis, dolorosos e saudosos anos, sem a ver. Mas, sempre a falar consigo, a pedir conselhos, a desabafar, a pedir pelos meus e por mim.
Que falta me faz, e não digo isto por me ter “estragado” com mimos, por esconder sempre as minhas asneiras, por me comer aquela sopa horrorosa de peixe, por “meter” cunhas aos meus pais para me deixarem sair ou para me comprarem alguma coisa.
Fez-me falta, quando entrei para a faculdade e no tempo que lá estive (tínhamos tantas coisas combinadas), acabei o curso, dei aulas pela primeira vez, quando perdi as minhas avós, nesta luta estúpida que este governo nos impôs, nos dissabores da vida e em tudo de bom que me tem acontecido.
E no nascimento dos meninos?!
No da Joaninha, a Rita fez questão de colocar a mantinha que a tia deu à Inês, reconhecia logo, fui eu que a comprei.
Quando nasceu o seu primeiro neto, o Alexandre, foi um misto de alegria e dor, foi tão estranho não ver lá a tia.
Pior ainda, quando nasceu o nosso pequenino, o Dinis. Quando o fomos ver ao hospital, só lá estavam os primos, fiquei tão triste ao vê-los sós. Foi a dez dias da minha avó falecer (cá está o 10, outra vez, maldito 10!)
O que mais me faz falta é o seu olhar doce, o seu sorriso cúmplice, a sua presença!
Como não lhe posso dar grande coisa, deixo-a com as suas flores favoritas: rosas amarelas, acompanhadas de um grande beijo!
Depois de uma conversa em família, o meu irmão e eu, fomo-nos deitar (1h da manhã).
Vira para aqui, vira para ali, não havia meio de adormecer. Para melhorar, a asma resolveu atacar, é sempre muito oportuna, sai a mim.
Finalmente, adormeci, mas não por muito tempo.
Às 2 horas em ponto, ouve-se o telefone. Acordei, mas fiquei imóvel.
Foi a minha mãe que atendeu, nunca me perdoei por isso.
O meu pai foi logo ter com a minha mãe, não precisaram de dizer o que quer que fosse, aquele silêncio foi esclarecedor.
Ouvi os meus pais a soluçarem. A minha mãe quase nunca chora, aí fiquei com a certeza do que se estava a passar.
Levantei-me, sem acordar o meu irmão, fui-me aprontar, tudo de uma forma tão automática, que ainda hoje, não me lembro como o fiz.
Fui ter com os meus pais, perguntei-lhes se a tia Ró (irmã da minha mãe) já sabia, disseram que iam telefonar ao meu tio. Entretanto o meu pai, começou a dizer, que ia tudo ficar bem, que tinha sido melhor assim, …
E lá estava eu, branca (quer dizer, ainda mais branca), aparentemente calma e sem verter uma única lágrima (foi o meu erro, só voltaram passados 3 ou 4 anos).
O meu tio chegou, levou-me e à minha mãe, até casa da minha tia (que já sabia de tudo), depois voltou a minha casa para, juntamente com o meu pai, darem a notícia ao marido da minha tia Né, que estava a dormir em minha casa.
Entretanto, na casa da tia Ró, lá estávamos nós, a olharmos uns para os outros, à espera que a minha avó acordasse, para lhe dizermos.
A Inês, com apenas 10 meses, estava no meu colo, a estranhar o meu comportamento… olhava, olhava, olhava, fazia-me as brincadeiras que eu lhe costumava fazer … lá tentei um sorriso pálido e fomos ver os desenhos animados.
A minha mãe e a tia Ró já estavam a falar com a minha avó. A Rita (a minha prima, filha da tia Ró e mãe da Inês), a Inês e eu, lá fomos ter com elas. A minha avó sorriu-nos, o melhor que pôde, e disse que queria avisar aos amigos mais próximos, que a filha tinha morrido.
Aí, “caiu-me tudo”, que coragem!
Eu, a Rita e a Inês ficamos com a minha avó e com a lista de contactos. Malditos telefonemas, cada um era como uma facada, mesmo na ferida.
Os meus pais e os meus tios foram ter com os meus primos (filhos da tia Né), ao Porto.
Lá se passou o dia, cheguei a casa e o meu irmão disse:
“Manelinha, a tia está melhor?”.
Respondi-lhe com toda a raiva que tinha: “Está muito bem, está… pelo menos, agora não está a sofrer, não é… os mortos não melhoram, meu palerma!”
Coitadinho, nunca me passou pela cabeça, que ele não soubesse… sabia que ele não tinha acordado com o telefone (ao contrário de mim, dorme como uma pedra), mas, caramba, ninguém lhe disse? Ele não estranhou aquele movimento todo? Pois não, e ainda hoje é assim, se não lhe dissermos, letra por letra, ele tenta acreditar que está tudo bem.
No dia seguinte, fui ter com os meus primos, para os apoiar.
O caixão tinha que ser fechado, para ser chumbado.
Dos três filhos, só o Zarco quis ver a mãe no caixão. O Pedro e o Zé saíram por um bocadinho.
Lá fui, toda forte ao lado do Zarco, mas quando comecei a ver a minha tia, dava um passo para a frente e dois para trás (rica ajuda que eu fui).
Como se isto tudo não bastasse, ainda tínhamos o “desfile” de condolências.
Quem raio inventou isto, quer dizer, está uma pessoa a acabar de se recompor, e lá vem mais um cromo (que não se conhece de lado algum), dar os sentimentos, mais uma mãozada, mais dois beijinhos, … e eu a passar-me, a ver os meus primos, a minha avó, os meus pais, o meu irmão, os meus tios, a sofrerem e, ainda por cima, a terem que ser simpáticos com aquela gente toda, a maior parte, uns ilustres desconhecidos.
Pelo meio, eu e a Rita ainda trocamos uns olhares cúmplices e duas risadas, disfarçadas de tosse. Não é que apareceu lá um ex-namorado da minha tia Né? Ainda disse à Rita: olha o "tio", está pior que o viúvo. E mais, o meu primo Zé, conseguiu juntar três ex-namoradas e a actual, era ver qual delas chorava mais.
Pois é tia Né, até no seu funeral, juntou as ex-norinhas e o próprio do ex.
É o que dá ser umas das melhores pessoas que conheci, fez bem a toda a gente: família, amigos, alunos, funcionários, vizinhos e até a desconhecidos.
Por isso, teve tanta gente a quer vê-la, mais uma vez.
Ai tia, dez anos, dez longos, demorados, penosos, difíceis, dolorosos e saudosos anos, sem a ver. Mas, sempre a falar consigo, a pedir conselhos, a desabafar, a pedir pelos meus e por mim.
Que falta me faz, e não digo isto por me ter “estragado” com mimos, por esconder sempre as minhas asneiras, por me comer aquela sopa horrorosa de peixe, por “meter” cunhas aos meus pais para me deixarem sair ou para me comprarem alguma coisa.
Fez-me falta, quando entrei para a faculdade e no tempo que lá estive (tínhamos tantas coisas combinadas), acabei o curso, dei aulas pela primeira vez, quando perdi as minhas avós, nesta luta estúpida que este governo nos impôs, nos dissabores da vida e em tudo de bom que me tem acontecido.
E no nascimento dos meninos?!
No da Joaninha, a Rita fez questão de colocar a mantinha que a tia deu à Inês, reconhecia logo, fui eu que a comprei.
Quando nasceu o seu primeiro neto, o Alexandre, foi um misto de alegria e dor, foi tão estranho não ver lá a tia.
Pior ainda, quando nasceu o nosso pequenino, o Dinis. Quando o fomos ver ao hospital, só lá estavam os primos, fiquei tão triste ao vê-los sós. Foi a dez dias da minha avó falecer (cá está o 10, outra vez, maldito 10!)
O que mais me faz falta é o seu olhar doce, o seu sorriso cúmplice, a sua presença!
Como não lhe posso dar grande coisa, deixo-a com as suas flores favoritas: rosas amarelas, acompanhadas de um grande beijo!
sábado, 1 de agosto de 2009
Agosto
Chegaram as férias … finalmente!!!
E não é que já me habituei a elas.
Ai ai … é tão bom não fazer o que quer que seja e no fim ir descansar ; )
Que o mês de Agosto seja mesmo a gosto!
E não é que já me habituei a elas.
Ai ai … é tão bom não fazer o que quer que seja e no fim ir descansar ; )
Que o mês de Agosto seja mesmo a gosto!
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Torneio de Guimarães
Sir Bobby Robson

Quando escuto este nome, lembro-me sempre de um grito de aflição a dizer repetidamente: “Olha, Sá Pinta”, (no jogo Porto-Sporting).
Mas, muito mais importante, quando ganhava uma taça, a primeira coisa que fazia, era confortar com os jogadores adversários, só depois ia comemorar com os dele.
Para mim, isto sim, é um exemplo de desportivismo, para não falarmos no resto.
Mas, muito mais importante, quando ganhava uma taça, a primeira coisa que fazia, era confortar com os jogadores adversários, só depois ia comemorar com os dele.
Para mim, isto sim, é um exemplo de desportivismo, para não falarmos no resto.
Depois de ganhar a simpatia de todos, de vencer quatro cancros considerados terminais, este batalhador vai descansar.
Até sempre, Bobby Robson ... Sir Bobby Robson!
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Errar é humano … mas, há limites!

O director de Serviços de Oftalmologia do Hospital de Santa Maria diz que, de acordo com os resultados das últimas análises conhecidos hoje, se confirma que houve uma troca no medicamento injectado nos pacientes que perderam a visão.
Seis doentes ficaram cegos depois de terem sido operados devido a uma degeneração macular associada à idade, a 17 de Julho, pela mesma equipa, no serviço de Oftalmologia do Hospital de Santa Maria, em Lisboa. (In Sapo Notícias)
quarta-feira, 29 de julho de 2009
1, 2, 3 ... já mentiram outra vez!

“Avaliação de Desempenho dos Professores: o ME mentiu! Afinal não altera o modelo de avaliação!
A LUTA MANTER-SE-Á ACESA, PODENDO COMPROMETER A TRANQUILIDADE NO INÍCIO DO PRÓXIMO ANO LECTIVO!…O M.E. NÃO TEM QUALQUER PROPOSTA PARA REVER O MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES!APÓS TANTOS RELATÓRIOS, TANTA CONTESTAÇÃO, TANTAS PROMESSAS, TANTA CONFUSÃO QUE LANÇOU NAS ESCOLAS, O M.E. É UM DESERTO DE IDEIAS!INCAPACIDADE?! INCOMPETÊNCIA?! FALTA DE VONTADE POLÍTICA?! UM POUCO DE TUDO A LEVAR O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO A PINTAR DE CORES AINDA MAIS NEGRAS O PANORAMA DA EDUCAÇÃO EM PORTUGAL E O SEU FUTURO, DESDE LOGO O INÍCIO DO PRÓXIMO ANO LECTIVO EM QUE VOLTARÃO A ESTAR, NO CENTRO DA POLÉMICA E DO CONFLITO, OS OBJECTIVOS INDIVIDUAIS DE AVALIAÇÃO (OI).COMO NÃO PODERIA DEIXAR DE SER, O PRÓXIMO ANO LECTIVO INICIAR-SE-Á COM PROTESTO E LUTA!
A LUTA MANTER-SE-Á ACESA, PODENDO COMPROMETER A TRANQUILIDADE NO INÍCIO DO PRÓXIMO ANO LECTIVO!…O M.E. NÃO TEM QUALQUER PROPOSTA PARA REVER O MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES!APÓS TANTOS RELATÓRIOS, TANTA CONTESTAÇÃO, TANTAS PROMESSAS, TANTA CONFUSÃO QUE LANÇOU NAS ESCOLAS, O M.E. É UM DESERTO DE IDEIAS!INCAPACIDADE?! INCOMPETÊNCIA?! FALTA DE VONTADE POLÍTICA?! UM POUCO DE TUDO A LEVAR O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO A PINTAR DE CORES AINDA MAIS NEGRAS O PANORAMA DA EDUCAÇÃO EM PORTUGAL E O SEU FUTURO, DESDE LOGO O INÍCIO DO PRÓXIMO ANO LECTIVO EM QUE VOLTARÃO A ESTAR, NO CENTRO DA POLÉMICA E DO CONFLITO, OS OBJECTIVOS INDIVIDUAIS DE AVALIAÇÃO (OI).COMO NÃO PODERIA DEIXAR DE SER, O PRÓXIMO ANO LECTIVO INICIAR-SE-Á COM PROTESTO E LUTA!
O Secretariado Nacional da FENPROF17/07/2009” (in FENPROF).
Ai que lá vamos nós a Lisboa … outra vez … já nem posso ver o Terreiro, nem o Marquês …
Ai que lá vamos nós a Lisboa … outra vez … já nem posso ver o Terreiro, nem o Marquês …
(* )Prometo que, desta vez, não escrevo toda a parte de trás da bandeira.
Fico-me pelo cartaz de 30 de Maio, embora tenha que alterar o nome da Escola.
Mas, podíamos levar umas camisolas estampadas, com o que dizia no cartaz ... ficava lindo!
(*) Para o” Grupinho dos Verdadeiros”
Mas, podíamos levar umas camisolas estampadas, com o que dizia no cartaz ... ficava lindo!
(*) Para o” Grupinho dos Verdadeiros”
terça-feira, 28 de julho de 2009
Parabéns "pima"!
Parabéns, parabéns, parabéns, … muitos PARABÉNS ... ó pá, são mesmo muitos, tás a ficar "belhinha" ; )
Já tens dois patinhos (22 anos), toma, toma, toma …
Beijinhos desta prima meia "douda" (ou douda e meia), mas que te adora!
(*)Então menina, esta fotografia já serve?
Estamos as duas e, como vês, eras a minha boneca de estimação … até te levei para partir o bolo ; )
segunda-feira, 27 de julho de 2009
domingo, 26 de julho de 2009
sábado, 25 de julho de 2009
Que saudades de verdadeiros Desenhos Animados … aqui fica o meu favorito ... Tom Sawyer!



Tu andas sempre descalço... Tom Sawyer
Junto ao rio a passear... Tom Sawyer
Vês passar o barco
Rumando p’ró o sul
Brincando na proa
Gostavas de estar
Voa lá no alto
Por cima de ti
Um grande falcão
És o rei és feliz
E quando tu
Vês o mississipi
Tu saltas pela ponte
E voas com a mente
Nuvens de tormenta
Já estão por aqui,
Cobrem todo o céu,
Por cima de ti
Corre agora, corre
E te esconderás
Entre aquelas plantas
Ou te molharás
E sonharás que
És um pirata
Tu sobre uma fragata
Tu sempre à frente de um bom grupo
De raparigas e rapazes
Tu andas sempre descalço... Tom Sawyer
Junto ao rio a passear... Tom Sawyer
Mil amigos deixarás,aqui, além.
Descobrir o mundo,
Viver aventuras
Tu andas sempre descalço... Tom Sawyer
Junto ao rio a passear... Tom Sawyer
A aventura te dará o que quiseres:
Muitas emoções,
Eternos amores
Arvores e flores,
Junto de ti
Esse é o teu mundo
Somente pra ti.
Podes percorre-lo
Sempre assim
Corre e sê livre
E sonha feliz.
E quando tu
Vês o mississipi
Tu saltas pela ponte
E voas com a mente
Nuvens de tormenta
Já estão por aqui,
Cobrem todo o céu,
Por cima de ti
Corre agora, corre
E te esconderás
Entre aquelas plantas
Ou te molharás.
E sonharás que
És um pirata
Tu sobre uma fragata
Tu sempre à frente de um bom grupo
De raparigas e rapazes
Tu andas sempre descalço... Tom Sawyer
Junto ao rio a passear... Tom Sawyer
Mil amigos deixarás, aqui, além.
Descobrir o mundo, viver aventuras
Tu andas sempre descalço... Tom Sawyer
Junto ao rio a passear... Tom Sawyer
A aventura te dará o que quiseres:
Muitas emoções, eternos amores
Junto ao rio a passear... Tom Sawyer
Vês passar o barco
Rumando p’ró o sul
Brincando na proa
Gostavas de estar
Voa lá no alto
Por cima de ti
Um grande falcão
És o rei és feliz
E quando tu
Vês o mississipi
Tu saltas pela ponte
E voas com a mente
Nuvens de tormenta
Já estão por aqui,
Cobrem todo o céu,
Por cima de ti
Corre agora, corre
E te esconderás
Entre aquelas plantas
Ou te molharás
E sonharás que
És um pirata
Tu sobre uma fragata
Tu sempre à frente de um bom grupo
De raparigas e rapazes
Tu andas sempre descalço... Tom Sawyer
Junto ao rio a passear... Tom Sawyer
Mil amigos deixarás,aqui, além.
Descobrir o mundo,
Viver aventuras
Tu andas sempre descalço... Tom Sawyer
Junto ao rio a passear... Tom Sawyer
A aventura te dará o que quiseres:
Muitas emoções,
Eternos amores
Arvores e flores,
Junto de ti
Esse é o teu mundo
Somente pra ti.
Podes percorre-lo
Sempre assim
Corre e sê livre
E sonha feliz.
E quando tu
Vês o mississipi
Tu saltas pela ponte
E voas com a mente
Nuvens de tormenta
Já estão por aqui,
Cobrem todo o céu,
Por cima de ti
Corre agora, corre
E te esconderás
Entre aquelas plantas
Ou te molharás.
E sonharás que
És um pirata
Tu sobre uma fragata
Tu sempre à frente de um bom grupo
De raparigas e rapazes
Tu andas sempre descalço... Tom Sawyer
Junto ao rio a passear... Tom Sawyer
Mil amigos deixarás, aqui, além.
Descobrir o mundo, viver aventuras
Tu andas sempre descalço... Tom Sawyer
Junto ao rio a passear... Tom Sawyer
A aventura te dará o que quiseres:
Muitas emoções, eternos amores
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Os convívios agendados estão a ficar (quase) em ordem
Uma das melhores partes do almoço, de todo o Grupo 500, de S. Torcato.
Sónia, Ana Cristina (e eu) – a substituição insubstituível do grupo de Matemática!
Sónia, Ana Cristina (e eu) – a substituição insubstituível do grupo de Matemática!
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Manuel Alegre despede-se do Parlamento ... por enquanto (digo eu)
Ao contrário de uns e outros, que têm a petulância, a arrogância, a prepotência de dizerem, que estará para nascer alguém que faça melhor que os próprios, Manuel Alegre possui a humildade necessária para se ser um grande Ser humano, digo mais, um enorme Ser pensante.
Atrevo-me a dizer que, Manuel Alegre é a convergência entre todos os partidos, um dos pouquíssimos socialistas que admiro.
Atrevo-me a dizer que, Manuel Alegre é a convergência entre todos os partidos, um dos pouquíssimos socialistas que admiro.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Um cessar de ano lectivo em grande
terça-feira, 21 de julho de 2009
Vitória 2 - 2 Sporting
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