Tendo como cenário de fundo o belo Douro, digo:
Adeus, para alguns …
Até um dia, para outros …
Sempre convosco, para o Grupinho Maravilha! *
*Não estão todos nas fotografías, porque não foram ao Cruzeiro do Douro ... teimosinhos =)
Tendo como cenário de fundo o belo Douro, digo:
Voltarei
Se entender que o sentimento emana
Só não sei se como antes minha alma se inflama
Meu divã
Meu amanhã
Aguardo já o que é da sorte ou do azar
Se o teu olhar me iluminar
Brando, lento, devagar
Voa solto e alto para o infinito e nada te alcançar
Rumo ao vento, rumo ao mar
Um destino um salto
Tudo p'ra sorrir e nada p'ra chorar p'ra chorar
Voltarei
Sempre que quiseres chamar por mim
Já não sei se a história irá ter um fim
Meu divã
Meu amanhã
Aguardo já o que é da sorte ou do azar
Se o teu olhar me iluminar
Brando, lento, devagar
Voa solto e alto para o infinito e nada te alcançar
Rumo ao vento, rumo ao mar
Um destino salto
Tudo p'ra sorrir e nada p'ra chorar
P'ra chorar
Brando, lento, devagar
Voa solto e alto para o infinito e nada te alcançar
Rumo ao vento, rumo ao mar
Um destino um salto
Tudo p'ra sorrir e nada p'ra chorar
P'ra chorar
P'ra chorar
P'ra chorar
Per7ume
A história que vos conto na primeira pessoa passou-se numa escola qualquer.
No inicio de mais uma aula houve um grupo de 3 ou 4 alunos que se dirigiram a mim. Perguntaram-me porque é que andava tão triste e aborrecido. Não lhes pude mentir. Respondi que era por causa da avaliação dos professores, mas que não tinham com que se preocupar, que isso era problema de adultos.
Eles retorquiram que eles também eram avaliados e que não viam qual era o problema em o professor ser avaliado. Percebi que podia ali, naquele momento, fazer com eles uma pequena brincadeira de criança.
Mandei sentar e pedi silêncio à turma toda, para fazermos um pequeno jogo que não levaria mais de cinco minutos da minha aula.Disse à turma que na próxima avaliação da Páscoa em vez de os avaliar pelo trabalho e aprendizagens desenvolvidas resolvi mudar para um novo modelo de avaliação.
Eles perguntaram logo: então como vai ser?
Peguei num pau de giz e escrevi no quadro:Cinco-Quatro-Quatro-Quatro-Quatro-Quatro.
Para que é isso?
Perguntaram eles. Então só há um cinco? E esses quatros são para quem?
Prestem atenção, disse eu.
Abri o livro de ponto na página das fotos dos 20 alunos da turma e fechando os olhos apontei com o dedo ao acaso.
Abri os olhos e disse: João.Diga, disse ele surpreendido.
Vem ao quadro e coloca o nome dos teus colegas que merecem estas notas na Páscoa.
Não, não vou, disse ele, o professor é que sabe, para isso estudou e tem experiência.
Tens que vir senão marco-te falta, obviamente a brincar.
Mas tem mesmo que ser? Voltou ele.
Sim.
Levantou-se e aos poucos preencheu a lista com os nomes daqueles que ele entendeu.
Perguntei eu de seguida à turma: estarão bem atribuídas as notas?
A turma disse em coro um afinado Não.
Perguntei de novo à turma: quem depois das escolhas do João continuava a ser amigo dele como era antes?
Ninguém se manifestou, um silêncio de morte invadiu a sala.
Para terminar perguntei ao João: como te sentias contigo e com os teus colegas se este jogo fosse verdade? E eles contigo?
Respondeu: tristes e aborrecidos.
Estava dada a primeira lição de vida da aula.
Espero que o João ou outro aluno nunca venham a experimentar este jogo na realidade.
Para bem do bom relacionamento interpessoal nas suas futuras profissões, numa sociedade em que as relações humanas são desvalorizadas em detrimento das tecnologias obsoletas que nos metem à frente.
Para os adultos deixo as 3 principais razões pelas quais me sinto triste e aborrecido com este modelo de avaliação:
1º *(e desculpem os meus futuros avaliadores)* Porque não reconheço legitimidade nem competência em nenhum colega meu para qualificar ou quantificar o meu desempenho enquanto professor;
2º *(e para desagrado de alguns) *Porque não me sinto nem superior, nem inferior em nada comparativamente aos meus colegas de profissão, independentemente da sua experiência ou situação profissional.
3º *(em sinal de desagrado com o acomodar de outros) *Porque no lugar de avaliador, seria incapaz de distinguir os meus semelhantes sabendo que avaliaria uns em prejuízo de outros, pois quer queiram quer não, é do que se trata quando lidamos com um modelo por quotas. Aqui assumia as consequências pessoais da não avaliação ou classificaria a todos com nota máxima, porque só assim poderia voltar a deitar a cabeça na almofada à noite com a consciência tranquila.
Note-se: As minhas aulas estarão abertas a observação, não 2, nem 3 vezes por ano, mas sim tantas, quantas vezes nelas eu estiver presente.
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Pois é, até as crianças entendem!
"...uma humidade relativa, muito superior a 100%…"Gabriel Alves, comentador desportivo
"...e o Paulo Sérgio teve a oportunidade de isolar-se sozinho e fez golo."Jardel, antigo jogador do Sporting CP
"Clássico é clássico e vice-versa"
Estágio da selecção, os jornalistas estavam a fazer uma reportagem sobre os tempos livres dos jogadores. Chegou a vez do nosso querido J. Pinto. Quando lhe perguntaram o que ele costumava fazer nos tempos livres do estágio, ele "inteligentemente" diz: "Costumo fazer (isto), (aquilo), (aqueloutro), ver TV, ler...". Vai daí, o jornalista pergunta-lhe:...então e o que costuma ler?... Jornais? J.P. - Sim. Jornalista - E livros, não lê?... J.P. - Sim... CLARO! Por acaso, ando a ler agora um, que até tenho em cima da mesinha de cabeceira... Jornalista - Ah sim, então e qual é o titulo do livro? J.P. - (um pouco embaraçado) Hum... Hum... Não me lembro...
Pinto da Costa (FC Porto) No Portugal - Suíça, jogado no estádio das Antas, a contar para a fase de apuramento para o Mundial dos EUA, o omnipresente João Pinto (FCP) enviou a bola à trave da própria baliza ao tentar fazer um corte. Comentário do presidente portista: "Chutou à barra?.. Ah, foi para não ceder canto..."
No estádio José Gomes, do Estrela da Amadora (Reboleira), a "mítica" dupla, Francisco Figueiredo/Gabriel Alves trava o seguinte diálogo: GA: "...relvado em muito más condições para a prática do futebol. Não é assim Francisco Figueiredo? - Conforme podes constatar aí em baixo no relvado... FF: "Confirmo, péssimas condições!! E eu que vim para o campo de SAPATINHOS FINOS..."
Veloso (Benfica) Isto passou-se em 95, quando os jogadores do Benfica entraram num suposto "Blackout" informativo. Veloso, como capitão, teve a honra de ler o comunicado e, pelos vistos, nem isso soube fazer: "Os jogadores do Benfica permanecerão em "blackout" enquanto toda a verdade não for RESPOSTA."
Outro fantástico comentário de J.Pinto: "O meu clube estava à beira do precipício, mas tomou a decisão correcta: Deu um passo em frente...."
João Pinto (FC Porto) Esta frase saiu numa situação em que o JP estava lesionado ou castigado e não podia jogar. Perguntaram-lhe se a sua ausência não ia influenciar no rendimento da equipa (ou outra coisa do género): " Comigo ou SEM-MIGO, o Porto vai ser campeão! "
Repórter: - João Pinto, prognósticos para este encontro? J- Prognósticos só no fim do jogo.
João Pinto foi receber um prémio qualquer e produziu o seguinte discurso: "O meu coração só tem uma côr: azul e branco."
Repórter: - João Pinto, felicidades para o jogo. J- Obrigado, igualmente.
No fim de um jogo que o Porto ganhou: Repórter: - João Pinto, felizes com mais esta vitoria? J- Sim, estamos felizes porque estamos contentes.
Na sucessão de vários erros típicos do árbitro em campo, ouve-se o brilhante comentário: "...e o Árbitro foi agora atingido por um objecto estranho, provavelmente atirado por um TELESPECTADOR..."
Gabriel Alves, outro brilhante e típico comentário: "Um passe para uma zona de ninguém, onde realmente não estava ninguém!"
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Ai João Pinto (FCP), és o meu “indolo”, melhor “ca ti”, só o Milo (o ainda presidente do Vitória) dos “protocois”!
Reparem no sapatinho de cristal.
Noiva de botas ortopédicas, só comigo ... ainda por cima, não me lembro do noivo!

Se tivermos em conta todas as aberrações que este (des)governo tem cometido, o tal gesto nem foi o mais grave.
Se bem que, continua a ser indesculpável.
Assim vai a (des)educação de quem diz governar Portugal!



